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Lançamento UEBON – Software Faturação Online

Como sempre a Rebortec, procura ir sempre de encontro com as necessidades do mercado, fornecendo as melhores ferramentas de trabalho aos nossos clientes.

Por esse motivo dedicamos meses ao desenvolvimento de uma aplicação baseada em SaaS, um software de faturação online que vai de encontro ás diversas necessidades das pequenas e médias empresas.

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“O cliente deve sempre ser o centro de tudo, este será sempre o nosso pensamento no seio da nossa equipa” – Rui Brandão (CEO – Rebortec e fundador da nova marca UEBON)

 

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Novas obrigações fiscais na declaração de rendas

As novas regras entraram em vigor em Abril de 2015 mas só em Novembro passado é que os recibos electrónicos de quitação de rendas se tornaram obrigatórios. É um processo incontornável que vai permitir ao estado pré-preencher as declarações anuais de IRS. Esta medida tributária tem como objectivo essencial evitar a evasão fiscal, controlando e tributando rendimentos que, em muitos casos, nunca seriam declarados.
Como funciona este processo de quitação de renda?

A regra é que todos os proprietários, pessoas singulares que recebam rendimentos prediais, emitam um recibo de quitação de renda através do Portal das Finanças. O que o senhorio deve fazer, depois de validar o contrato, é emitir um recibo electrónico mensal. E cabe ao inquilino validar este recibo na sua área pessoal no e-fatura – cada recibo é enviado ao inquilino através do email a si associado nas finanças, para validação posterior. Com este procedimento, consegue-se apurar de forma imediata os benefícios e respectivas deduções à colecta para cada inquilino.

Para contratos celebrados após 1 de Abril de 2015, o proprietário deve escolher a opção “comunicar início de contrato”, preencher os dados pedidos e liquidar o imposto de selo (10% da primeira renda). Depois considera-se o contrato registado e passa a ser possível emitir os recibos na opção “emitir recibo renda”.

Se o proprietário for uma empresa, ENI (Empresário em Nome Individual), ou trabalhador independente, a tributação é feita através das facturas-recibo do circuito habitual de facturação, como rendimentos de categoria B. Veremos adiante como se transitam os rendimentos prediais para rendimentos empresariais.
Como emitir recibos de quitação no Portal das Finanças?

Deverá aceder à secção Arrendamento e fazer login com os seus dados pessoais de acesso. Aí, irá deparar-se com duas opções:

Os proprietários com contratos já declarados e com o imposto de selo já liquidado devem apenas escolher a opção “emitir recibo”.
Os restantes devem começar por “adicionar contrato”. Depois de preenchidos os dados necessários já pode começar a emitir os recibos. Certifique-se de que o contrato que vai adicionar implica a liquidação do imposto de selo.

No entanto, há excepções que isentam os proprietários da emissão deste recibo:

Proprietários que não sejam obrigados a possuir caixa postal electrónica. Só são obrigadas as empresas, não residentes e contribuintes em regime normal de IVA.
Senhorios que tenham recebido no ano anterior rendimentos inferiores a 834,44 euros, ou que não prevejam ultrapassar esse valor.
Proprietários com idade superior a 65 anos, mesmo que tenham aderido ao serviço viaCTT (caixa postal electrónica).

Quem está isento de emitir recibo electrónico tem, por outro lado, de entregar nas Finanças a declaração anual de rendas, o Modelo 44 – Comunicação Anual de Rendas Recebidas. Esta declaração discrimina todas as rendas recebidas anualmente às quais o inquilino também terá acesso através da sua área pessoal no e-fatura. Sugerimos a sua consulta e leitura atenta do documento no link acima, que contém as instruções de preenchimento da declaração.
Como preencher a declaração Modelo 44?

A comunicação anual de rendas recebidas destina-se a cumprir a obrigação prevista na alínea b) do n.º5 do artigo 115.º do Código do IRS, e devem ser indicados os valores recebidos de arrendamentos, sub-arrendamentos, cedência de uso do prédio ou de parte (que não seja arrendamento) e aluguer de maquinismos e mobiliários instalados no imóvel locado.

A declaração deve ser apresentada pelos sujeitos passivos de IRS, titulares de rendimentos da categoria F, e sempre até ao final do mês de Janeiro do ano seguinte a que se referem as rendas. A entrega da declaração pode ser feita por terceiros desde que devidamente autorizados pelo titular dos rendimentos no Portal das Finanças. Ou seja, ao escolher “emitir recibo de renda” deve preencher o “NIF do terceiro autorizado”.

A declaração deve conter os valores recebidos durante todo o ano, identificando o imóvel e o número de contribuinte do inquilino respectivo. Se tiver mais do que um imóvel, deve apresentar o respectivo valor/descrição de imóvel/NIF do inquilino de forma individual.

O não cumprimento da entrega da declaração dos rendimentos provenientes das rendas pode dar origem a uma coima que vai dos 150 aos 3.650 euros.
Pretende declarar as rendas como actividade empresarial?

Com a reforma do IRS, os senhorios podem incluir as rendas nos seus rendimentos empresariais, ou seja, se tiver actividade aberta pode facturar as rendas numa factura-recibo normal. A questão que se coloca é que a forma de apurar o rendimento líquido será a da categoria F, e não da categoria B (trabalhadores independentes). Para efectuar esta mudança e englobar as rendas como rendimentos empresariais, os senhorios têm de entregar a declaração de início de actividade ou de alteração de actividade (caso a categoria em que se insere não englobe os rendimentos prediais). Este é um processo tratado pelo portal das finanças e tem efeitos práticos na declaração entregue em 2016.
Englobamento dos rendimentos na declaração bancária

A mudança é que caso os proprietários e senhorios pretendam o englobamento, estão dispensados de pedir à instituição bancária as declarações de rendimentos obtidos como juros. Em relação aos rendimentos de 2015, o englobamento dos rendimentos prediais já não implica o englobamento dos restantes rendimentos que possam existir. Por exemplo, na declaração de IRS de 2016, o contribuinte pode englobar os rendimentos prediais sem ser obrigado a englobar os rendimentos de capitais.
Mais despesas dedutíveis decorrentes de rendimentos prediais

As alterações ao código do IRS para 2016 trouxeram também um alargamento nas despesas dedutíveis relacionadas com rendimentos prediais. Agora, são dedutíveis todos os gastos associados à obtenção destes rendimentos, como as obras de recuperação, conservação e manutenção efectuadas nos 24 meses anteriores ao início do arrendamento – desde que o imóvel não tenha sido usado para outra finalidade que não a habitação. Podem-se incluir também o aluguer de máquinas instaladas no prédio (como antenas das operadoras de telecomunicações) ou publicidade nas fachadas – como já foi referido anteriormente.
Estão excluídas das despesas dedutíveis os encargos financeiros, a decoração do espaço, electrodomésticos e móveis.
E se o proprietário não emitir os recibos electrónicos?

O senhorio até pode emitir os recibos em papel, mas tem de os replicar no e-fatura ou entregar a declaração anual de rendimentos até ao final de Janeiro do ano seguinte. Se não o fizer, cabe ao inquilino introduzir os dados no portal para que as Finanças possam entrar em contacto com o proprietário em falta.

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NIB vai ser substituído pelo IBAN já em 2016

É já a partir do próximo dia 1 de Fevereiro de 2016 que as transferências bancárias vão ter de ser efectuadas usado o IBAN (código internacional de identificação de conta bancária) em vez do NIB (número de identificação bancária).

O banco de Portugal alerta os Organismos da Administração Pública e as empresas que caso não utilizem o IBAN como identificador das contas e o formato ISO 20022 XML na comunicação com os seus bancos estarão impossibilitados de concretizar transferências a crédito e débitos diretos, como por exemplo, pagamentos de salários, pagamentos a fornecedores ou cobranças de bens e serviços.

A criação da Área Única de Pagamentos em Euros (SEPA – Single Euro Payments Area, em inglês) para as transferências a crédito e os débitos diretos fica concluída a 1 de Fevereiro de 2016, anunciou esta terça-feira o Banco de Portugal.

Os organismos da Administração Pública e as empresas (com a exceção das microempresas), terão de usar o formato ISO 20022 XML quer no envio, quer na receção, de ficheiros de transferências a crédito e de débitos directos.

As operações que não cumpram os requisitos definidos pelo Regulamento terão de ser rejeitadas pelos bancos e demais prestadores de serviços de pagamento.

Fonte: Empresashoje

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Portugal 2020. Projetos com nota “Bom” têm financiamento

O Portugal 2020 volta a afastar-se do antigo Qren para beneficiar as empresas com bons projetos. Num programa de apoio onde a internacionalização e a criação de emprego terão sempre privilégio, os serviços foram avisados para que deem luz verde a todas as candidaturas de valor superior a 3,5 pontos numa escala de 0 a 5.

Numa proposta de deliberação a que o Dinheiro Vivo teve acesso, o Governo lembra que “nada justifica adiar investimentos com mérito, enquanto houver dotação financeira disponível no âmbito do sistema de incentivos”. O mesmo é dizer que todas as empresas a concurso neste sistema cujos projetos tenham uma avaliação de “Bom” ou mais serão financiados.

“Se um projeto for bom não há razão para que não haja dinheiro”, garantiu ontem Manuel Castro Almeida, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, lembrando que “numa escala de 0 a 20 todos os projetos com 14 ou mais têm garantia de financiamento”.

“Há procura e bons projetos”, diz Pedro Gonçalves, secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, assumindo a máxima de “deixar de investir em tijolo para investir em miolo”. No fundo, no setor produtivo e na criação de valor acrescentado. “Queremos fazer um choque de investimento para acelerar o crescimento e a criação de emprego”.

No total, o sistema de incentivos para as empresas envolve 3778 milhões de euros, valor que não inclui instrumentos financeiros. Desta verba já estão em concurso 1374 milhões, que correspondem a 36% do total. Quando, em setembro do próximo ano, se atingirem os 70% previstos, o valor subirá para 2610 milhões.

“Não estamos insatisfeitos com a execução atual mas queremos melhorar”, disse Castro Almeida, sublinhando, mais uma vez, que “os bons projetos não serão rateados”. Esta máxima vale tanto para novos concursos como para outros já a decorrer.

Esta maior abertura na atribuição das verbas consoante o valor da candidatura é exclusiva do Sistema de Incentivos criado especialmente para dinamizar a economia. No entanto, “em casos excepcionais pode a autoridade de gestão do programa operacional em causa propor (…) regra diferente da prevista no número anterior”, refere a deliberação enviada aos serviços.

1200 milhões aprovados

No total do novo quadro comunitário de apoio, Portugal já viu aprovadas 2969 candidaturas num universo de mais de 24 500 projetos levados a concurso. O valor das candidaturas já aprovadas corresponde a um total de investimento de 1988 milhões de euros, valores de final de agosto. Nessa altura estavam abertos 450 concursos.

O Governo sublinha a forte participação das pequenas e médias empresas na corrida pelos fundos comunitários e da maior aposta em projetos de indústria transformadora.

Os últimos números conhecidos mostram que o setor secundário é mesmo o que representa uma maior parcela de aprovações no âmbito do programa Compete 2020, representando mais de 80% dos projetos já aprovados. As PME são as empresas que mais têm aproveitado o novo pacote de fundos comunitários.

O Governo, que formou uma Comissão Interministerial de Coordenação (CIC) para o Portugal 2020, pretende que até setembro do próximo ano sejam colocados a concurso 70% dos fundos disponíveis até 2020. O objetivo é evitar uma acumulação nos últimos anos do quadro comunitário de apoio como aconteceu com o Qren, que só agora está a terminar. Mas este valor é apenas “virtual” uma vez que se os projetos assim o justificarem as verbas podem ficar decididas mais cedo.

Castro Almeida já tinha sublinhado anteriormente que os dois primeiros anos de Portugal 2020 serão os mais intensos. 2015 corresponde ainda ao último ano de atribuição do Qren e, por isso, a uma libertação de recursos para maior facilidade na análise e aprovação de projetos. A nova deliberação não significa, por isso, que os prazos de análise venham a ser prejudicados, justificaram os governantes. O Governo quer também que não haja verbas para executar depois de dezembro de 2020, de modo a evitar excepções recorrentes no último programa.

Fonte:

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As 50 maiores empresas portuguesas têm pouca exposição na Internet

As maiores empresas cotadas na Euronext Lisbon estão muito menos presentes na Internet do que as congéneres internacionais, concluiu um estudo sobre a reputação empresarial na Internet que a consultora de comunicação Imago-LLorente e Cuenca apresentou hoje. De acordo com o estudo, das 50 maiores cotadas no mercado português, 57% não tem página na rede social Facebook, 76% não tem um canal no Youtube, e 73% está fora do serviço de mensagens curtas do Twitter.

Do total dos referentes internacionais utilizados no estudo, 85% já tem pelo menos espaço próprio no Facebook, só 17% não gere um canal próprio no Youtube e 23% não tem canal no Twitter. Quanto à visibilidade, ainda segundo o estudo, só as sociedades anónimas desportivas do Porto e do Sporting marcam presença na lista das 20 empresas mais visíveis na Internet, em 11.º e 19.º lugar, respectivamente. O trabalho conclui ainda que 37% das 50 maiores empresas cotadas na Euronext Lisbon têm pelo menos um resultado negativo nos primeiros 20 resultados do motor de busca Google.
Na apresentação do estudo, e destacando a importância da presença das empresas portuguesas na Internet, Carlos Matos, director-geral da Imago-LLorente e Cuenca, sublinhou a importância da gestão da reputação no momento actual da economia portuguesa.
“A reputação é uma peça decisiva para o futuro da economia portuguesa e dos seus agentes e empresas, em particular”, realçou. A análise da Imago-LLorente e Cuenca debruça-se também sobre o papel dos responsáveis pelas maiores cotadas portuguesas, referindo que, quanto à notoriedade, 55% dos gestores portugueses têm um resultado negativo nos primeiros 20 resultados da pesquisa no Google.
As buscas no Youtube revelam ainda, segundo a consultora, que 37% dos gestores vêem o nome associado a um resultado negativo, sendo as referências sobretudo neutras ou não existentes no Facebook ou no Twitter.
Os gestores de empresas do sector da comunicação social são, em Portugal, os que têm maior visibilidade na Internet, “em alguns casos com mais expressividade que as empresas que representam”, diz a análise, enquanto no Youtube são os executivos do sector desportivo que ganham o campeonato da notoriedade, no Facebook vencem os gestores do sector de telecomunicações e tecnologias de informação.
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Empresas ainda usam tecnologia com desconfiança

As empresas portuguesas ainda estão numa fase “emergente” na adoção de tecnologias de informação, apesar da elevada penetração de smartphones e outros equipamentos sempre ligados, revela um estudo da Deloitte para a Siemens. Na avaliação feita a 29 países da Europa, as nossas empresas têm apenas 30 pontos, abaixo da média de 37 pontos e atrás de países como Espanha, Itália ou Malta.

O estudo The Digital Enterprise Reality: Europe & Portugal revela que “apesar de estas tendências de tecnologia estarem disponíveis, as empresas estão ainda apreensivas quanto à adoção das mesmas. A falta de recursos humanos com capacidades tecnológicas torna ainda mais difícil melhorar a posição neste ranking“, refere a Deloitte. Esse atraso tem custos para a competitividade das empresas, segundo Rui Costa, diretor-geral de TI da Siemens Portugal, que sublinha as vantagens da redução de custos e de ganhos na produtividade das empresas mais digitalizadas, nomeadamente na “indústria, em que a aplicação de tecnologia digital em diferentes processos de produção pode aumentar a produtividade até 20%” ou na “área da saúde, onde investir em tecnologias garante retornos de 30%“.

A nível da tecnologia denominada Internet das Coisas (equipamentos ligados pela internet), Portugal está bem colocado, na 10.ª posição, já que “funciona como incubadora para alguns projetos de última tecnologia e possui diversas startups nesta área“. Já nos indicadores relativos a tecnologia móvel, surge abaixo da média, porque “apesar da elevada penetração de smartphones em Portugal, as empresas não estão a assegurar condições para os trabalhadores acederem aos sistemas da empresa em contexto móvel“.

No que respeita às redes sociais, as empresas estão ainda numa fase de transição, uma vez que “a maior parte não tem uma política formal para o uso/comunicação através de redes sociais“. Também o manancial de informação fornecido pelo Big Data (dados fornecidos pelos utilizadores que interagem com a empresa através das novas tecnologias) acaba desprezado pelas empresas nacionais, também desconfiadas da adesão à Cloud Computing, com apenas 16 pontos de uma média de 29.

As empresas que ainda não começaram a trabalhar na sua modernização deverão fazê-lo, para assegurar a entrada no comboio da competitividade, não só em Portugal mas também no mundo“, diz Rui Costa.

Fonte: DinheiroVivo

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Incentivo Fiscal à Capitalização das Empresas

O estatuto dos benefícios fiscais prevê um benefício fiscal às entradas de capital realizadas em dinheiro pelos sócios na constituição da sociedade ou no aumento do capital social.

Este benefício fiscal corresponde à dedução ao lucro tributável das sociedades de uma importância correspondente à chamada remuneração convencional do capital social, que corresponde a 5% das entradas realizadas.

Esta dedução fiscal é efetuada no ano em que ocorram as entradas em dinheiro e nos três anos seguintes, contudo este benefício tem condições:

  • A sociedade tem de ser qualificada como micro, pequena ou média empresa;
  • Os sócios que participem na constituição da sociedade ou no aumento do capital sejam exclusivamente pessoas singulares;
  • Sociedades de capital de risco ou investidores de capital de risco;
  • E o seu lucro tributável não seja determinado por métodos indiretos, o que na prática significa que não se aplica às sociedades no regime simplificado.

Fonte: TSF

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TOC – AUTOMATIZAR PROCESSOS

Os profissionais de contabilidade assumem-se, cada vez mais, como consultores fiscais e financeiros dos seus clientes. Mais do que tratar das contas e responder às obrigações legais, o seu conhecimento está a tornar-se imprescindível para uma boa gestão empresarial.

Mas, infelizmente, o tempo não estica e os TOC acumulam tarefas. O trabalho contabilístico e fiscal é muito exigente e minucioso, mas, se utilizarem as ferramentas certas, não precisa de ser moroso.

As tecnologias podem tornar-se nas maiores aliadas dos profissionais de contabilidade, uma vez que permitem simplificar os processos contabilísticos e torná-los mais eficientes.

E se os profissionais de contabilidade pudessem diminuir o tempo passado a conferir os movimentos bancários com os movimentos realizados na contabilidade? E se, para além disso, reduzissem também a probabilidade de erro ao fazê-lo?

A Rebortec, dá-lhes essa possibilidade, uma vez que a reconciliação bancária pode ser feita de forma automática, através da importação de um de um ficheiro, com auxílio das ferramentas disponíveis.

Contacte-nos e saiba como podemos ajudar.

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Fidelização de Clientes

Para a maioria das empresas, é comum que apenas 20% dos clientes sejam responsáveis por 80% do lucro conseguido. À partida deveria ser mais fácil manter clientes do que ganhar novos, mas nem sempre assim é. Ao contrário do que acontece com a aquisição de novos clientes, para os fidelizar não precisam de grandes manobras de marketing. São os pequenos gestos (e quase grátis) que fazem a diferença.

 

Tratem os clientes pelo nome – Só conseguirão fidelizar verdadeiramente clientes se apostarem em construir uma boa relação com eles. Para isso, esqueçam um tratamento demasiado formal e comecem por tratá-los pelo nome. Assim, não só conseguirão destacar-se da concorrência, como certamente irão proporcionar uma experiência diferente ao cliente.

Personalizem as mensagens – Da mesma forma, por que não escolher um conjunto de clientes mais fiéis, que vos comprem mais produtos e/ou serviços, e personalizar as mensagens para eles? Alguns negócios enviam, por exemplo, um postal escrito à mão aos clientes no dia do seu aniversário.

Sejam tão (ou mais prestáveis) depois de fechar uma venda – Sejamos honestos: o principal objectivo de todos os negócios é fazer lucro. Contudo, se quiserem manter clientes, devem prestar um acompanhamento irrepreensível após a venda; caso contrário, poderão correr o risco de nunca mais vos comprarem nada. O apoio ao cliente é fundamental e devem sempre fazer por atender às queixas e preocupações que vos são apresentadas. Lembrem-se: ao reclamar, o cliente está a dar-vos uma oportunidade de resolver o problema e de melhorar a vossa empresa.

Comuniquem com os clientes quando eles menos esperam – Para quê esperar pelas épocas festivas para comunicar com os vossos clientes? Toda a gente envia mensagens de Natal, Ano Novo e Páscoa. Se seguirem a mesma linha, dificilmente conseguirão destacar-se da concorrência. Apostem em comunicações espontâneas, que acrescentem valor ao dia-a-dia dos clientes. Para tal é importante manter uma base de dados de contactos actualizada e é fundamental comunicar através das redes sociais e de newsletters.

Não se esqueçam da importância da linguagem corporal – Este aspecto é muito importante, sobretudo se tiverem um negócio com atendimento presencial ao público. É verdade que somos todos humanos e nem sempre estamos bem-dispostos, mas devem fazer por passar uma atitude positiva sempre que contactarem com clientes. Um sorriso, por exemplo, pode ser suficiente.

Criem um sistema de incentivos – Dêem aos clientes um motivo para recorrer a vocês após a primeira compra. Há pequenas campanhas de incentivos que resultam bem: “Pague um, leve dois”, promoções exclusivas para clientes antigos, oferta de alguma coisa com a compra de um produto/serviço, ou até oferta de cupões de descontos são alguns exemplos.

Abram excepções – Cada cliente tem características e necessidades diferentes, mas todos gostam de se sentir especiais. Façam tudo o que estiver ao vosso alcance para ir ao encontro das expectativas deles, mesmo que, por vezes, isso implique abrir algumas excepções aos clientes mais frequentes e leais (como comunicar-lhes descontos antecipadamente, por exemplo).

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Comunicação de Operações e Posições com o Exterior

As empresas estão obrigadas a comunicar ao Banco de Portugal as respectivas transacções e posições com o exterior, nos termos da Instrução nº 27/2012, de 17 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Instrução nº 56/2012 e Instrução nº 3/2013. Esta informação é indispensável para a produção regular das Estatísticas da Balança de Pagamentos e da Posição de Investimento Internacional de Portugal.

Entidades abrangidas
Todas as pessoas colectivas residentes em Portugal, ou que nele exerçam a sua actividade, que efectuem operações económicas ou financeiras com o exterior ou que realizem operações cambiais, num total anual superior a 100 000 euros.

Periodicidade de comunicação
Mensal, até ao 15 dia útil após o final do mês a que os dados se referem.
O primeiro reporte deve ser realizado entre Janeiro e Abril de 2013 com informação referente ao mês anterior.

Consulte-nos e saiba como pode faze-lo automaticamente.