Cheques Devolvidos

No dia 4 de Outubro entraram em vigor novas regras relativas às comissões sobre a devolução de cheques. De acordo com a Lei, os bancos deixam de poder cobrar comissões ao beneficiário – quem aceita o cheque em pagamento – pela devolução do cheque, nas seguintes situações:

  • Falta ou insuficiência de provisão – quando, respectivamente, o saldo da conta de depósitos é zero ou não chega para permitir o seu pagamento pelo banco;
  • Conta encerrada – quando foi extinto o contrato de depósito por iniciativa do cliente ou do banco;
  • Saque irregular – quando existe divergência ou insuficiência de assinatura;
  • Conta bloqueada – quando o saldo da conta está indisponível por decisão de autoridade judicial;
  • Conta suspensa – quando tiver falecido um dos titulares de conta colectiva e enquanto não se efectuar a partilha de bens.

Nos casos em que os bancos podem cobrar comissões relacionadas com prestação de serviços associados à utilização de cheques, estas devem estar previstas no preçário, que é obrigatoriamente disponibilizado para consulta dos clientes em todos os balcões e locais de atendimento ao público. O valor em concreto destas comissões não está fixado por lei.

REFERÊNCIAS:

Lei n.º 66/2015 de 6 de Julho
Lei n.º 23-A/2015, de 26 de Março

Preço do windows 10

A Microsoft já revelou os preços do Windows 10 para os utilizadores europeus. Quando se converte o valor para dólares, os utilizadores do “velho continente” vão pagar mais do que os norte-americanos.

A empresa de Redmond anunciou os preços de 99,99 libras e 135 euros para a versão Home do Windows 10 e para os utilizadores que não sejam elegíveis para obter a promoção do primeiro ano.

Ainda não se conhecem os preços do Windows 10 Pro para a Europa, nem se conhecem os valores que o utilizador de Windows 10 Home tenha de pagar se quiser fazer a atualização para a versão Pro, explic o Tech Radar. Mesmo os preços que já se conhecem, têm a indicação de serem apenas indicativos, nas letras pequeninas, o

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que pode indiciar que a Microsoft os poderá alterar a qualquer altura.

O Windows 10 deve chegar no final de julho em versão para consumidor, mas não se conhecem as datas de chegada do Windows 10 Entreprise ou Mobile.

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Boas Práticas para gerir Redes Sociais nos Contact Centers

Artigo escrito por gotelecom

Ao longo dos anos, a indústria dos Contact Centers tem assistido a uma evolução sem precedentes. Um processo que se refletiu particularmente nos agentes do Contact Center. Estes, assistiram a uma transição das soluções de telefonia (mais tradicionais) para o e-mail, web chat, e mais recentemente para as redes sociais, que se começam a tornar num canal significativo de comunicação com os clientes.
Boas Práticas para gerir Redes Sociais nos Contact Centers

A maioria destas plataformas são baseadas em partilha de informação e de comentários, que são muitas vezes orientados para produtos e serviços, descurando a resposta a situações específica comentadas pela comunidade.

Estas novas formas de comunicação com o mundo (em que deixamos de comunicar de 1 para 1, para passarmos a comunicar de 1 para muitos), embora fascinantes, preocupam os gestores de um contact center e as empresas utilizadas nestes serviços, quer a nível tecnológico, quer na forma de comunicação/abordagem que deve ser aplicada neste tipo de canais.

social_media

As redes sociais estão a desafiar as empresas a reavaliarem a sua abordagem de apoio ao cliente e a forma como gerem os vários canais de comunicação. A integração das redes sociais no contact center requer, numa primeira fase, a adaptação das estratégias e processos de negócio, utilizando posteriormente as soluções e ferramentas de contact center para abraçar a realidade dos tweets e dos posts.

Se estiver a sentir alguma “ansiedade” relativamente à sua estratégia para as redes sociais, sugerimos que considere estas duas boas práticas para interagir com os seus clientes.

Reconheça e adapte-se ao meio

Enquanto uma resposta normal a um cliente, por e-mail, pode conter a informação que nós quisermos, uma resposta pelo Twitter, por exemplo, só permite 140 caracteres.

Nas interações nesta rede social, é importante ser-se sucinto na comunicação.

Devemos ter em conta que estamos a responder não só para o elemento que colocou o post ou tweet mas sim para o mundo. Aconselhamos uma correta gestão das mensagens/respostas.

  • Nem todos os posts ou tweets requerem uma resposta direta.
  • Foque-se na solução e não no problema.
  • Em algumas situações os clientes podem não ter razão mas têm sempre emoção.
  • Evite respostas que potenciem “comportamentos virais”.
  • O tempo de resposta é essencial para um bom acompanhamento dos “seguidores da empresa”. A gestão de expectativas é relevante para garantir a satisfação de quem nos contacta/comenta.
  • Tome algumas medidas para “acolher” o utilizador, se eles estiverem a segui-lo no Twitter, siga-os também. Se eles quiserem continuar a comunicação através dos tweets, permita que assim seja, no entanto, ofereça também as opções de e-mail, web chat, telefone ou outras, para o caso de querem utilizar outro meio para continuar o diálogo.

Alguns estudos prevêem que nos próximos anos, o número de interações relevantes através das redes sociais vão igualar o número de interações por telefone.

Assim, entre o “entusiasmo e o receio”, as redes sociais apresentam-se como uma excelente oportunidade para as empresas de contact center. Oportunidade essa que, com o nível de investimento e planeamento certos, se pode transformar num importante fator de diferenciação do serviço prestado.

 

Autor:gotelecom

Fonte: EmpresasHoje

Software de Contabilidade

Quem disse que contabilidade é complicado?

 

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Com o Artsoft contabilidade, descomplique, deixe o trabalho para o software e verá que afinal é possível ter um software rápido robusto e eficaz a tratar de todos os seus clientes de contabilidade.

-Importação de SAF-T; (Importe os dados dos seus clientes através do ficheiro saf-t)

-Tratamento de Diários;

-Balancetes;

-Mapas;

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-Lucros tributáveis;

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-Demonstração de Resultados;

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Estes são alguns exemplos que o software de contabilidade tem capacidade de processar de uma forma extraordinária e única.

Criado a pensar em escritórios de contabilidade exigentes, utilizados por empresas com mais de 1 milhão de contas e com uma performance exemplar.

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Análise de Resultados

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Microempresas apostam em tecnologia mas pouco em segurança

Um estudo realizado pela Kaspersky Lab questionou 3.900 trabalhadores das TI de todo o mundo sobre os desafios tecnológicos que enfrentaram nos 12 meses anteriores e 34% das microempresas declararam ter conseguido realizar a integração dos dispositivos móveis dos seus funcionários na sua actividade.

Surpreendente é o facto de este número ser quase idêntico à taxa de integração móvel conseguida pelas grandes empresas, que se situou nos 35%.

Ou seja, os negócios mais pequenos de todo o mundo estão a adoptar a tecnologia móvel da mesma forma que as grandes companhias com mais de 5.000 trabalhadores. Aliás, as microempresas, na realidade, alcançaram uma taxa de implementação de tecnologias móveis superior à das PMEs, com entre 26 e 99 funcionários, e das grandes empresas com entre 1.500 e 5.000 empregados. As microempresas obtiveram uma integração móvel superior em 6% que as PMEs e em 2% que as grandes empresas. Estas cifras vêm colocar em dúvida a percepção de que as microempresas estão limitadas a tecnologia mais antiquada ou que são lentas no investimento em novas tecnologias.

A tecnologia móvel não pode ser restringida às empresas em função do seu tamanho, mas existem outros factores a ter em conta. A experiência e os recursos são as limitações mais óbvias no caso de uma microempresa, que normalmente não conta com pessoal de TI responsável pela implementação de novas tecnologias. Isto pode provocar uma falha de conhecimento, inclusive entre os proprietários de negócios conscientes da importância da segurança TI.

 

Por exemplo, 34% das microempresas apontaram “Segurança em dispositivos móveis/portáteis” como uma das suas três prioridades de segurança TI para os próximos 12 meses. Mas quando questionadas sobre a política BYOD, com os colaboradores a usarem os seus próprios dispositivos móveis para fins profissionais, os resultados revelam uma diferença de percepção de acordo com o tamanho da empresa.

Apenas 28% das microempresas concordam que a política BYOD aumenta o risco de segurança TI do seu negócio. As médias e grandes empresas tiveram uma taxa de respostas afirmativas que é quase o dobro das microempresas, com 52% e 48%, respectivamente, em relação aos riscos que a tendência BYOD representa.

As ameaças mais comuns para os colaboradores proprietários de um dispositivo móvel incluem malware ou aplicações maliciosas que se ligam à rede da empresa através dos dispositivos móveis dos funcionários ou dados corporativos que desaparecem quando o dispositivo é perdido ou roubado. Será possível que as microempresas estejam a ignorar os dispositivos móveis dos seus colaboradores como um potencial risco de segurança? A ser verdade, trata-se de um problema sério, dado que as microempresas, e os seus orçamentos limitados, são propensas a ver os dispositivos dos colaboradores como uma medida de redução de custos, acolhendo de bom grado estos dispositivos nas suas redee.

Passos para a segurança móvel dentro do orçamento

As microempresas carecem de capacidade orçamental e, por arrasto, da sofisticação técnica das soluções de segurança móveis avançadas, pelo que muitas vezes optam por usar tecnologia móvel através do recurso aos dispositivos dos colaboradores – sem grandes investimentos de tempo ou de dinheiro. Um misto de senso comum e de tecnologia adequada pode, de facto, representar um longo caminho percorrido em termos de segurança em dispositivos móveis, ajudando os proprietários de uma startup a levar para a frente o seu negócio.

  • Formação do trabalhador: A primeira barreira na protecção da informação da empresa são, muitas vezes, os próprios empregados. Assegure-se que os colaboradores da empresa sabem que se os seus smartphones ou tablets contiverem informação profissional, o dispositivo não deve ser objecto de práticas de uso arriscadas (por exemplo, navegar em páginas de reputação questionável) e que, se o dispositivo for perdido ou roubado, devem informar imediatamente a empresa, e não dias mais tarde.

2) Anti-roubo básico: É fundamental contar com software capaz de apagar remotamente os dados de um dispositivo roubado ou perdido. Alguns dispositivos oferecem funções similares já incluídas e existem muitas aplicações de terceiros que podem cumprir essa tarefa.

3) Evitar a complexidade: Uma empresa recém-criada com cinco trabalhadores não pode passar horas a comprar, instalar e administrar uma solução de segurança empresarial que não se adapte às suas necessidades. Evite comprar produtos que excedam as necessidades da sua empresa e que não esteja em conformidade com as funções básicas da segurança móvel.

 

Fonte: http://empresashoje.pt/seguranca/microempresas-e-startups-com-muita-tecnologia-mas-pouca-seguranca/

Software de Gestão para Android

Mobile Analytics | ANDROID

Mobile Analytics | ANDROID

A mobilidade empresarial é hoje uma realidade francamente disseminada que veio trazer às organizações e aos seus colaboradores inequívocas vantagens ao nível da flexibilidade e produtividade. Como indivíduos hiperconetados o mercado exige-nos respostas cada vez mais rápidas, assertivas e informadas. A capacidade de resposta a estas novas exigências é um fator de diferenciação relevante, capaz de se tornar numa vantagem competitiva clara, que impulsiona o crescimento das empresas.

Reconhecendo a necessidade dos gestores em aceder a informação fiável e em tempo real para uma rápida tomada de decisão, em qualquer momento e em qualquer local, a ARTSOFT lançou a aplicação de análises gráficas – Mobile Analytics.

 

analytics android

manicon2  A QUEM SE DESTINA?


Com esta aplicação o gestor poderá, através do seu dispositivo móvel – telemóvel ou tablet – consultar os dados disponíveis no seu ERP e visualizá-los em dashboards customizáveis.

 

 

checkicon2  VANTAGENS


Acesso aos dados em tempo real

Em qualquer altura é possível atualizar a informação disponível na aplicação móvel, sincronizando os dados mais atuais do seu ERP, e consultando-os de imediato no seu dispositivo.

Fácil visualização

A disponibilização da informação em forma gráfica facilita a visão global do que está a acontecer na sua empresa.

Informação rápida e fiável

Sem depender do envio dos dados por terceiros ou do tratamento dos mesmos manualmente, o acesso é feito de forma automática tendo sempre a certeza que irá obter informação fiável e atualizada.

 

Suporte à tomada de decisão

Decisões tomadas de forma desinformada têm um elevado potencial de provocar efeitos negativos nas organizações. O acesso aos dados que suportam a tomada de decisão informada garante uma melhor capacidade decisiva, maior assertividade e ponderação.

 

gearicon2  CARACTERÍSTICAS


  • Sincronização dos dados disponíveis no ERP;
  • Personalização dos gráficos apresentados e do layout de cada gráfico;
  • Acessos aos dados definidos por utilizador;
  • Visualização dos detalhes de cada gráfico.

 

Software de Gestão para Android

Software de Gestão – Mobile Solutions Android

PRÉ-VENDA EM ANDROID

Desenvolvida a pensar na facilitação do trabalho das equipas de pré-venda, esta solução móvel do ARTSOFT, permite o acesso, no terreno, à informação necessária para a execução das tarefas das equipas comerciais. Com um interface gráfico simples e apelativo, ligação online ao seu ERP, e desenhado para utilização em plataformas Android, este software de mobilidade irá ajudar a melhorar a produtividade da sua equipa.

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Saiba mais sobre este produto.

PRÉ E AUTO-VENDA EM WINDOWS CE

O Software de Pré e Auto-Venda ARTSOFT destina-se e empresas que realizem processos de venda móvel, e que necessitem de funcionalidades abrangentes que lhe permitam a operacionalização do seu negócio em qualquer lugar. É uma solução que permite a emissão de documentos certificados, compatível com dispositivos com o sistema Windows CE.

Pré-venda

 

INVENTARIAÇÃO E PICKING

A solução de Inventariação e Picking tem como objetivo automatizar ao máximo os processos de receção, conferência e saída de produtos, de grandes, médias e pequenas empresas que tenham necessidades específicas ao nível da Gestão de Stocks. Esta solução está disponível para o sistema Windows CE.

Iventários

 

IVA de Caixa entra em vigor a partir de Outubro

O regime de IVA de Caixa, que permite às empresas pagarem o imposto ao Estado depois de receberem das facturas emitidas, foi hoje publicado em Diário da República e vai passar a vigorar a partir do último trimestre do ano.

O Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de Maio, refere que “em cumprimento do programa de Governo, e de forma a promover a melhoria das condições de tesouraria do tecido empresarial português, o Governo aprova, para vigorar já a partir do último trimestre de 2013, um regime de contabilidade de caixa em sede de Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), o qual terá carácter facultativo e será estruturado de forma simplificada”.

No preâmbulo à nova lei, o Governo adianta que, “atendendo ao seu carácter inovador”, optou por introduzir esta medida “de forma gradual, pelo que o regime abrangerá, nesta fase, apenas os sujeitos passivos de IVA com um volume de negócios anual até 500.000 euros, e que não beneficiem de isenção do imposto”.

O Governo explica que o limiar até 500.000 euros “corresponde ao limite máximo que os Estados-membros, à luz das regras comunitárias, podem adoptar unilateralmente, sem intervenção da União Europeia”, sendo que “estão potencialmente abrangidas por esta medida mais de 85% das empresas portuguesas, bem como um número muito significativo de sujeitos passivos titulares de rendimentos empresariais e profissionais”.

O decreto-lei refere ainda que as empresas que aderirem a este novo regime terão que permanecer durante dois anos, sendo que as empresas terão de pagar os montantes em falta no prazo máximo de 12 meses.

A nova legislação é ausente em relação à obrigatoriedade de as empresas autorizarem o fisco a terem acesso directo às suas contas bancárias, como chegou a ser pensado.

A 24 de Maio o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admitiu que “dentro de algum tempo” possa haver condições para alargar o IVA de Caixa a valores superiores a 500 mil euros no debate quinzenal, na Assembleia da República, em resposta ao PSD, a propósito das medidas de combate à fraude e evasão fiscais.

“Se continuarmos a ser bem-sucedidos nestas políticas, como fomos, então estaremos em condições, dentro de algum tempo, de poder alargar o IVA de Caixa para uma facturação anual que não fique restrita ao meio milhão de euros, mas que possa ser alargada a valores superiores, dada a segurança crescente que a administração tributária tem sobre as medidas de informação respeitantes aos contribuintes”, afirmou o primeiro-ministro.

No dia 09 de Maio, o Conselho de Ministros aprovou o regime de IVA de Caixa para empresas com volume de negócios até 500 mil euros, permitindo que a entrega deste imposto ao Estado seja devida apenas após a cobrança das facturas emitidas.